sábado, 10 de julho de 2010

O centro do meu universo


Eu sempre esperei, ou até mesmo pedi para que o destino trouxesse algo emocionante para a minha vida. Eu sempre pedi para que acontecesse um daqueles amores a primeira vista. Daquelas paixões que viram uma pessoa de cabeça para baixo. Algo que realmente me fizesse algo de diferente na vida. Algo que me consumisse por inteiro, todos os dias, o dia todo. E eu sempre me apoiei na idéia de que esse tipo de coisa seria uma paixão, um amor. Afinal, o que mais poderia causar tantas reações?
Percebi que me vejo como um universo. Meu universo interno. EU, um universo feito por mim, de mim e que só eu consigo chegar lá. É aquela coisa preta, infinita, vazia, sem gravidade. Imensidão.
Como todo universo, eu tenho pequenas estrelas que brilham. Pontos luminosos, luzes que me aquecem aos poucos. Planetas e luas que se mantendo em orbita, acabam por me manter em orbita. São pontos de reconforto, conforto. Considero todos eles como minhas amizades, familiares e felicidades banais que passam pela vida e que de vez em quando arrancam um sorriso dos meus lábios. Logo, eu sempre esperava que no meu universo, cheio de subdivisões, galáxias. Eu encontrasse aquela estrela, aquele astro qual brilharia mais forte desde a primeira vez que eu o visse. Como as outras estrelas, ela estaria lá, porém de uma maneira especial. Ela me confortaria de uma maneira que nenhum outro astro faria. E sempre estive a espera de tal “coisa”.
Até que você apareceu. Você apareceu como aquelas luzes fortes que te cegam quando são acessas na sua cara. Eu não sabia o que fazer. Eu não conseguia pensar, respirar, ouvir, enxergar ou me mover direito. Você foi a explosão luminosa que mexeu com todo meu universo. Uma espécie de big bang.
E em um momento meu universo não era só meu. Não era só eu quem conseguia ver. Você, como seus malditos olhos, conseguia ver através de mim. Ver tudo o que eu não gostaria que você visse. Tudo o que era vazio e escuro, agora, para você, estava se tornando claro e preenchido. Preenchido por você.
E você consegue mover meu mundo do jeito que bem entenderes. Eu penso em você, todos os dias, o dia todo. Virou uma forma de vício meu. Você. Seus olhos. Sua boca. Sua voz. Seu cheiro. Seu jeito. Seu cabelo. Suas qualidades. Seus defeitos. O jeito que você brinca comigo. O jeito como você fala comigo. O jeito que você me olha. Sua risada. Seus pensamentos. O modo que você me entende. O modo como eu espero. A maneira que eu penso. A maneira que eu sinto.
Tudo, tudo que é você virou meu vício. Tudo em você é convidativo para mim.
A cada dia que passa, mais eu tento me enganar. Eu não posso estar a cada dia ficando mais confuso se a cada dia eu sinto algo mais estranho e forte. Se a cada dia eu quero ouvir o que eu sempre quis ouvir desde a primeira vez em que me perdi no seu olhar. Todos os dias eu quero um pouco mais.
Assim, toda vez que te vejo é impossível que eu não fique mexido, movido, agitado, bagunçado por dentro. Pois cada imã que se encontra no meu corpo me puxa pra você, mas minha mente tenta me puxar pra fora. E eu fico nessa indecisão de corpo e mente. Nesse impasse.
Esperando que após você ter roubado meu coração, meus pensamentos, meu fôlego e tudo o que realmente pode importar, que você faça algo. Espero que você faça algo. Assim, espero que quando as luzes se apaguem e eu feche meus olhos, eu consiga enxergar você. Sentir você. Saber que você está comigo. Porque você é tudo o que eu quero. Tudo o que eu preciso.

sábado, 3 de julho de 2010

Can I really show it to you? Can I confess this?




E se eu te dissesse que eu nunca me senti desse jeito? De todas as paixões arrebatadoras que eu já tive. De todas as caricias. De todos os olhares. De todos os pensamentos. Eu nunca tive algum que se comparasse aos que eu estou tendo agora. É como se minha carne, minhas veias, meus ossos, meus órgãos, como se tudo gritasse por você.
Eu estou desidratado de você. Você é a única coisa que pode nutrir-me. Nutrir até que isso me fizesse mal e eu ficasse doente e eu não reclamaria. Eu iria querer suar você por todos os meus poros, até poder ter cada vez mais de você.
Eu desenharia linhas imaginarias que nos separassem. E eu não te impediria de avançar cada uma delas. Em algumas, eu até puxaria você. Outras, eu mesmo atravessaria. Talvez nem me desse ao trabalho de desenhar todas as linhas que fosse preciso. Porque com você eu não teria limites. Tentaria fazer as coisas de uma forma que fossem tão certas para que tudo desse certo mas acabaria me confundindo e errando, alguma vezes. Seriamos um completo desastre, um desastre lindo, ainda sim um desastre. E eu não deixaria de sentir o mínimo que sinto por ti em nenhum instante.
Ter-te é o que há de ideal pra mim. Eu nunca senti algo tão forte correndo por mim. Isso, você, está em todos os lugares em mim e em todos os momentos. Eu não consigo tirar você da cabeça. Meu coração nunca bateu tão forte por alguém. Minhas mãos tremem quando chego perto de você. Meu sistema nervoso congela e se cortam todas as ligações imediatas com meu corpo. É como se eu não conseguisse processar as coisas de uma maneira correta quando cada célula, das 10 trilhões, está sendo ocupada por você.
Eu tenho a completa certeza de que eu não tenho certeza do que sinto por você. Ou tenho a mais plena certeza. Sim, eu tenho certeza do que sinto. Só não sei nomear. É uma sensação boa. É uma vontade de você. Isso me enche, satisfaz. Faz-me confortável. É como eu quisesse estar ao seu lado todas as horas que eu pudesse. Sozinhos. Eu e você pra que pudéssemos nos completar.
Minha mão na sua. Um abraço. Não seria uma sensação simplesmente incrível? Eu imagino como isso seria. Imagino como seriamos juntos. O que poderíamos ser. O que eu faria com que nós fossemos.
A verdade é que eu estou irrevogavelmente cada vez sentindo algo mais forte por você. E nenhuma outra pessoa pode tomar o lugar de algo que eu nunca havia sentido antes até te conhecer. Até começar uma queda ridiculamente impossível. Uma queda na qual eu só faço cair mais e mais rápido.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

If you want me, let me know. Where do you wanna go?

Imaginação é algo com o qual não se deve brincar. Ela, como toda arma pode ser boa assim como pode ser ruim. Pode construir coisas maravilhosas, assim como pode destruir coisas maravilhosas.
Agora imagine como deve ser ter que não poder ficar olhando demais pra pessoa amada com medo que você dê muito a perceber. De que de alguma maneira, se seus olhos se cruzarem, você mergulhe nos olhos e que acabe deixando por descobrir tudo. Afinal, os olhos são as janelas da alma. É tão ridículo o ritmo arritmado que seu coração faz a qualquer sinal da pessoa. O nome. Uma foto. O som da voz. Qualquer coisa que lembre. Seu corpo treme internamente. Seu coração continua com a estupidez de batidas sem sentido. E você imagina que tem que se controlar.
Imagina o quanto poderia ser bonito. O quanto você quer que seja bonito. O quanto você quer que seja.
Ai você tem a certeza de que isso nunca vai acontecer. Que tudo o que você deseja com cada fibra de seus músculos. Cada gota do seu sangue. Cada pedaço do seu corpo, que você queria que tivesse grudado com o corpo da pessoa. Que tudo o que você não consegue tirar da cabeça por um momento, não vai acontecer. O coração dela não é seu e provavelmente nunca vai ser. Sabes que ela não gosta de você. Ou pelo menos sentes isso. E sabes que a pessoa provavelmente gosta de outra e vai ficar com ela.
Então, imaginas como vai ser a pessoa que você pode potencialmente estar se apaixonando, dando amor pra outra pessoa. E isso parte seu coração. Todo aquele amor que poderia ser seu, sendo dado pra outro alguém. Tudo aquilo que vale a pena ser egoísta, não vale mais porque não é seu. Logo, ainda por cima imaginas as pessoas que já,algum dia, receberam no mínimo alguma coisa do que você sonha em ganhar. E isso quebra cada pedacinho já quebrado em pedaços menores. Imagina quantas pessoas já beijaram a boca que você queria poder ter só pra você. Quantas mãos tocaram o que você queria poder fundir seus dedos em. Isso é uma mistura cada vez mais confusa, indefinida na sua cabeça. E sentes raiva. Não de você, o que está sendo normal ultimamente. Não da pessoa, porque mesmo que tentasses, não conseguirias ficar com raiva dela. Sente raiva da situação. Raiva de querer estar perto, porém estar longe da pessoa.
Ai, então é que percebes o quão forte é aquela queda em que estás. Estás totalmente exposto. Estás caindo tão rápido que não sabes mais distinguir nada. Só consegues fechar os olhos e lembrar-se DAQUELES olhos que te hipnotizam. Do cheiro. De cada mínimo detalhe que foi captado em um segundo que olhaste pra pessoa. E tudo isso é... De tirar o f-ô-l-e-g-o.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

uma tarde inesquecível de paixão a primeira vista:

É tudo bem estranho não é? Quando pensa ter certeza de algo, as coisas mudam de rumo completamente e tudo o que parecia saber não é nada. Na verdade, foi tudo o que pensa que não passou de nada.
Instintos? É, instintos. É engraçado como as coisas acontecem e como um ser humano pode ficar tão sentimental. Pode não ser nada. Mas de repente, tudo fica tão estranho. Está ao de uma pessoa por circunstâncias da qual você não teve nem uma opção. Era o único lugar para estar. E estava sozinho. E então, olha pro rosto ao lado e os instintos chegam. São só instintos, você pensa. Não, não eram só instintos. Alguma coisa dentro se inquietou. O rosto era algo que fez com que saísse da zona de conforto, incomoda, incomoda o que aquele rosto fazia. A boca pequena. Os dentes perfeitos. Os olhos claro emoldurados em pálpebras cansadas e desinteressadas. O jeito que a pouca luz artificial se escondia e aparecia no cabelo. A voz que não saia da cabeça cantando uma música.
Tenta de qualquer maneira fazer a melhor espécie de contato. E o que era pra ser gentil e deslumbrante, acaba sendo ridiculamente sem jeito e totalmente intrometido. Mas tinha que fazer isso, afinal foi um impulso. Instinto.
E o estrago está feito. Fica feliz por algum motivo bobo, que te faz pensar que já está com aquela pessoa ou que algum dia estarás. Você, em algum lugar da mente confusa, pensa que é instinto, mas no fundo sabe que está começando algo que não é tão simples, sucinto, fácil, claro e objetivo. É complexo, extenso, difícil, obscuro e subjetivo. Contudo, não dá pra esquecer como aqueles olhos te prenderam no momento em que te abateram. Não dá pra negar como a voz ficou cravada na sua cabeça e que ela parece uma onda elétrica enfurecida que fica repercutindo e faz sua garganta tremer, o que faz parecer que aquela voz. pouco conhecida, está saindo da sua própria garganta e ao soar no seu ouvido faz com que cada músculo fique tenso, com que cada cabelo que existe arrepie, com que o sangue correndo queime. Essa é uma sensação constante. Desde aquele momento, ao lado da pessoa.
Logo,você começa a duvidar da sanidade. Afinal, conheceu a poucas horas. Horas. Logo você que nunca mais iria se apaixonar ou a que parecia não ter nascido pra isso, paixão foi uma coisa passada e que muitas vezes matou você por dentro de formas inimagináveis. E do nada, está lá. O coração começa a apertar e a bater rápido ao mesmo tempo. Sente-se tão estranho, afinal, foi tão intenso quanto inesperado. Não olha muito, afinal, pra que olhar pro rosto com os olhos aprisionadores. A voz que facilmente faria perder a cabeça e te seduzir. O conjunto de tudo o que estava fugindo e que por instinto agora estava absurdamente tentado a fazer coisas da qual não tem coragem.
Enfim, não consegue lembrar-se da voz, dos olhos, da boca,do cabelo, de qualquer coisa que deixa-lhe louco. Mas a sensação continua. Aquele aperto no tórax que só faz aumentar mais com a distancia. Principalmente, quando um ato de amizade inocente, na sua cabeça se torna um ato que poderia demonstrar um interesse diferente. O interesse que na verdade, você está querendo que fosse demonstrado. E isso te dá esperanças, de alguma que coisa, você não sabe o que é. mas não quer de jeito algum. Entretanto, ao mesmo tempo, agora, precisa, necessita. Agora, nesse exato momento é bom, você se sente bem. Mesmo com a dificuldade de respiração quando algum flash surge abruptamente na cabeça e faz você ficar tonto.
E ai você percebe que está apaixonado e que se não for paixão, porque é uma palavra ridiculamente forte e que se encaixaria perfeitamente na situação, é uma grande queda. É como se estivessem caindo do ponto mais alto do mundo, em queda livre após serem jogados com força por um gorila gigante e a gravidade fosse o dobro. Assim, após dar conta disso, você consegue entender o que é paixão a primeira vista? Você consegue realmente entender o que é paixão a primeira vista? Sim você consegue. Consegue entender o que paixão a primeira vista.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Love long distance...

Bem, eu não sei muito bem o que é isso. Como isso se dá? Sabe? É uma coisa muito clichê, digamos assim. Tá, definição de amor. Não sou dicionário. É impressionante que com tão pouca idade, ou muita, isso já tenha se manifestado de tantas formas.
Sim, nunca sabemos quando o tão indecifrável “amor” vai chegar ou acontecer, seja lá o que ele faz. Mas a sensação que dá? Bem, vamos ver.
Por mais cansaço físico que possa sentir, chegar a casa tarde da noite e não se importar com as dores musculares que são resultados de um dia inteiro estudando, só pra ligar o computador e ver se está lá. As mãos começam a suar enquanto percebo o quão lerdo o conjunto do meu computador e internet é. A única coisa que passa pela minha cabeça naquela hora é que aquele pequeno símbolo, que representa a minha chance de fazer contato, esteja verde. Não lembro de todo o trabalho que tenho que fazer todos os textos que tenho que ler ou de qualquer outra coisa que seria de suma importância se o meu cérebro não tivesse funcionando um motor com todos os cavalos do mundo. Além das mãos espirrando água, pupilas dilatando, meu cérebro apertado, meu corpo reclamando, minha barriga doendo com a esperança. Além de tudo isso, é uma coisa boa. É, isso parece alguma doença, um AVC talvez. Mas é ótimo.
Tudo compensa quando a droga do maldito ícone está verde. Ou até mesmo vermelho. Significa que está se ocupando com algo. Algo que eu não tenho a mínima noção de saber o que é. Algo que é importante o bastante pra tirar a tensão e colocar um status de ocupado. Contudo, fala comigo. Fala sim. Não sei se larga o que estiver fazendo, mas o importante é que fala comigo. Afinal, eu esperei o dia inteiro pra isso. Só pra isso. Saber como andam as coisas. O que aconteceu durante o dia. Como está?
Também devo achar que me receber com uma carinha brilhante é um sinal bom.
Como? Como pode estar tão longe se eu quero tão perto. O mais perto possível. Se eu pudesse, fundir-me-ia até que cada espaço do meu corpo fosse preenchido não só por mim. Afinal, está tudo tão vazio mesmo. É, sinto falta, parece impossível sentir falta de algo que nunca tive ou sentir falta de algo se não é meu. Eu sinto, e sinto muito. É algo que me sufoca sabe?
Qual a distancia? Todos dizem que o mundo é tão pequeno e mesmo assim, a distancia é tão grande. Se o mundo fosse tão pequeno, eu poderia estender meus braços, pegar suas mãos e mostra para o mundo o que você significa para mim.
Sim, eu não sou nem um super-herói, ou algo do tipo. Eu posso segurar sua mão. Queria poder ler sua mente para saber como funciona. É difícil para mim. Sempre fui egoísta, morro com ciúmes, imediatista. Nunca fui de deixar meus sentimentos transparecerem, na verdade, acho que é uma coisa que eu nem tinha. Ai chega, em certo domingo, como quem não quer nada. Leva meu coração. Minha razão. Minha vida.
É admirável a capacidade de me perder em meio a pensamentos. A falta de concentração em qualquer coisa que não seja isso. Tudo me leva a isso. Obrigo-me a prestar mais atenção, não funciona muito bem.
Antes de dormir? A pior coisa. Não ter do seu lado. Como não posso ter do meu lado? Isso parece tão errado. É tão errado. Imagino como seria se tivesse do meu lado. Todas as noites desde o começo. Começo a perceber a chegada da loucura quando pego o travesseiro e abraço. Desespero. Carência, de só uma pessoa.
Então, o sono vem. Tenho que me preparar para mais um dia em que minha mente e meu coração não estarão dentro de mim e sim nas mãos de alguém que pode muito bem fazer o que quiser. Onde meu cérebro não se ligará a mais nada que não tenha relação. Tudo vai parecer tão insignificante já que não tenho o que eu quero comigo.

domingo, 25 de abril de 2010

Admirar a Lua.

Sabe o que você pensa quando olha pra Lua? Bem, ela sempre estará lá até o momento que irá virar poeira cósmica. Mas em todos os anos que olhei para o céu no anoitecer, eu sabia que ela estaria lá. Sensação de segurança. Sim, muitas das vezes, porque ao contrario dos seres humanos, eu sei que ela estará lá. Ela não irá falar me confortar, enxugar minhas lágrimas, me fazer rir, brigar comigo, me mostrar o modo de fazer as coisas certas. Ela só estará lá, ao menos, ela estará lá.
Há vantagens em admirar a Lua. Você não precisa acariciar ela. Falar. Beijar. Dizer que a ama. Fazer companhia. Ela não ira exigir nada de você. Vocês não irão brigar. Não apontaram os defeitos um do outro. Ela não vai fazer você ficar mal. Não precisa necessariamente sentir algo e mostrar o que sente a ela. Mesmo assim, ela ira brilhar, ela estará lá em cima, brilhando.
As desvantagens de admirar a Lua. Você não precisa acariciar ela. Falar. Beijar. Dizer que a ama. Fazer companhia. Ela não ira exigir nada de você. Vocês não irão brigar. Não apontaram os defeitos um do outro. Ela não vai fazer você ficar mal. Não precisa necessariamente sentir algo e mostrar o que sente a ela. Mesmo assim, ela ira brilhar, ela estará lá em cima, brilhando.
Ela não precisa de você, agora que você apenas a observa, você pode, muito provável, precisar dela. Contudo, ela não precisa de você para estar lá no céu, brilhando, sendo o que ela é. Ela é totalmente independente e desligada de você. Talvez haja mais desvantagens em algo que não exige nada de você, porém também não é seu.